sexta-feira, 8 de julho de 2011

Em Mossor´-RN, "Menino-Imã" é fenômeno. Caso aconteceu também na Croácia


Paulo Davi, de 11 anos, é um menino saudável e comum da cidade de Mossoró, no Rio Grande do Norte.

Cursando a 6ª série do Ensino Médio, não fosse por um pequeno detalhe: o pai descobriu que o corpo de Paulo atrai objetos de metal, como talheres, telefones celulares, microfones e até panelas inox.Após ver a reportagem sobre o croata Ivan Stoilikovic, que atrai metais para o corpo, Júnior Amorim resolveu fazer o teste em seu filho e, para sua surpresa, objetos de metal grudaram em seu corpo."Eu pedi para ele pegar um talher, ele trouxe um garfo e uma faca. Eu coloquei na barriga dele e no peito, e para a minha surpresa, aderiu. Eu não esperava que acontecesse, eu queria colocar por curiosidade, mas eu fiquei impressionado", disse o economista Júnior Amorim.O pai fez uma demonstração e aos poucos a barriga do garoto de 11 anos ficou cheio de metais. O inusitado poder de atrair metais já rendeu até um apelido na pequena cidade de Mossoró, no interior do Rio Grande do Norte, onde ele mora: o menino ímã."Eu não estava em casa quando o fato aconteceu. Quando eu cheguei ele começou a gritar:’mãe eu sou o menino imã de Mossoró’. Na hora me deu até calafrios, mas agora estamos encarando como algo mágico”, conta Josy Amorim, mãe."Na escola todo mundo fica pedindo para eu botar as coisas no corpo, perguntando qual é o truque. Não tem truque", disse o estudante Paulo David Amorim.Depois de testar objetos pequenos, uma panela de inox foi colocada no peito do garoto, que também ficou grudada. Essa semana, a família descobriu que as costas do menino também atraem metais. "É como se tivesse puxando pra dentro. Nas costas não é diferente, eu sinto cócegas", disse o garoto.O médico Dix-Sept Rosado Sobrinho, que tem mais de 30 anos de profissão, disse que nunca viu algo parecido. "A gente pode explicar e dizer que não há na medicina muitos relatos. É uma adesividade, sim, mas a gente vê como uma coisa normal."Entretanto, outro médico pediatra de Mossoró foi até a casa do menino e apontou que a atração dos metais por Paulo Davi não teria relação com magnetismo, mas seria alguma substância oleosa do seu corpo que estaria grudando os objetos nele.


Fonte:Portal Stylo

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