quarta-feira, 10 de agosto de 2011

A Luta da ONG Libertas em prol dos Catadores de Resíduos Sólidos no Estado Maranhão.

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Essa entrevista ao Eco Maranhão é para apresentar a sociedade em geral a luta da ONG Libertas em prol dos Catadores, é uma reivindicação dos direitos dessa classe sofrida. Que através da Semosp esta realizando a PPP, parceria público-privada na modalidade de concessão administrativa, para a execução dos serviços de limpeza pública e manejo de resíduos, estamos cobrando o que a lei 11.445 determina ou seja que os catadores sejam incluídos na PPP, tenha direito a equipamentos como EPIs, centros de triagem e treinamento como manda a lei de resíduos sólidos, pois o 3º setor se organizando com seus movimentos como Catadores, Cooperativas e Ongs afim de trazer dias melhores para nossas comunidade, e nessa luta estaremos nos preparando em parceria com a Prefeitura da Raposa para realizarmos o dia do PET.

2 comentários:

  1. Marco Aurélio ONG Libertas16 de agosto de 2011 09:54

    Há algumas décadas a filantropia era totalmente voltada para a chamada “caridade”, pelo fato de significar “sentimento que leva os homens a ajudar os outros" porém, com o passar dos anos à esse significado foram sendo acrescentados vários interesses. E desde então ela tomou corpo profissional, ganhou visibilidade política e passou a ter secretaria nos governos sob o nome de Assistência Social. Passou a um patamar mais sério exigindo discussões importantes, mas estéreis, pelo caráter político que tomaram.

    A filantropia não é um problema, mas sim o que fizeram dela: uma busca por interesses e benefícios. Tem muita gente se beneficiando de forma pessoal com o que deveria levar benefício a pessoas com necessidades de variadas origens.

    Ao longo das décadas foram criados serviços, muito mais pelos benefícios políticos do que pela real necessidade das pessoas a serem atendidas. Ainda hoje a necessidade dos desfavorecidos é motivo de discursos políticos inflamados e sem profundidade. Quando condizem com a realidade, prometem uma solução impossível de ser realizada.

    Realizar um trabalho filantrópico sério no Brasil nunca foi tarefa fácil. A filantropia é cara, existem muitas leis, títulos, documentos e exigências a se cumprir; algumas tão difíceis que as instituições podem levar décadas até conseguirem cumprí-las.

    É preciso refletir a questão de como estes trabalhos se sustentam, pois o apoio financeiro do governo é muito pequeno. Boa parte da manutenção vem da iniciativa privada e de pessoas que alimentam um sentimento de ajuda.

    Grande parte das atividades filantrópicas estão no terceiro setor (são chamados aqueles que não estão nem no setor público nem no privado), e estas são realizadas com o objetivo de suprir as deficiências deixadas pelo governo, pois a demanda é grande num país como o Brasil e os governos não têm como atender à todos de forma eficaz. Pelo menos é o que dizem.

    Desta forma, deveria ser mais fácil manter um trabalho filantrópico, mas parece que há um interesse perverso em fazer com que este não funcione, para que haja sempre o que prometer à população.

    Existe um discurso sobre dificuldades muito comum dentre aqueles que já nascem grandes, como os projetos filantrópicos das multinacionais. Porém são os pequenos que têm as maiores dificuldades, sendo obrigados a trilhar caminhos difíceis até encontrar portas abertas em atividades, às vezes, pouco ou nada reconhecidas pela sociedade.

    Os caminhos percorridos pelas instituições filantrópicas até à sua legalidade são penosos. Por outro lado, a ilegalidade não é interessante, pois devido as exigências governamentais há a necessidade de um trabalho profissional e legalizado para que sejam feitas parcerias que fortaleçam os serviços oferecidos.

    Neste ramo existem muitas pessoas de bem, movidas pelo sentimento de ajuda aos outros, que envolvem-se com trabalhos filantrópicos. Mas, o que diferencia estas daquelas que querem se beneficiar? O sentimento, a intenção. O trabalho porém, independe da particularidade, pois é o mesmo, o que muda são as pessoas que o realizam.

    Aqueles que têm o verdadeiro sentimento de voluntariado realizam um excelente trabalho e são, em sua maioria ilustres anônimos, a realizar-se pelo prazer de servir, de tornar sua vida útil a alguém e de acreditarem no aprendizado que essa troca lhes oferecem. São os que renovam seus conceitos, compartilhando realidades diferentes das suas.

    Um “viva!” à essência do trabalho filantrópico tão pouco divulgado e difundido entre os que nunca precisaram da filantropia alheia.

    Os cumprimentos aos voluntários anônimos espalhados não só pelo Brasil, mas pelo mundo. Que estes, tenham sempre viva a semente da filantropia.

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  2. Marco Aurélio ONG Libertas17 de agosto de 2011 15:09

    Essa entrevista ao Eco Maranhão é para apresentar a sociedade em geral a luta da ONG Libertas em prol dos Catadores, é uma reivindicação dos direitos dessa classe sofrida a Prefeitura de São Luis que através da Semosp esta realizando a PPP, parceria público-privada na modalidade de concessão administrativa, para a execução dos serviços de limpeza pública e manejo de resíduos, estamos cobrando o que a lei 11.445 determina ou seja que os catadores sejam incluídos na PPP, tenha direito a equipamentos como EPIs, centros de triagem e treinamento como manda a lei de resíduos sólidos, pois o 3º setor se organizando com seus movimentos como Catadores, Cooperativas e Ongs afim de trazer dias melhores para nossas comunidade, e nessa luta estaremos nos preparando em parceria com a Prefeitura da Raposa para realizarmos o dia do PET.

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