quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

A frigideira

Tem mais um ministro na frigideira. Ao invés de presidente da República, Dilma Roussef devia ser dona de casa. Vai gostar de fritar assim no restaurante. E ela frita sem banha, no fogo lento, até que o calor se torne insuportável e o indigitado tenha que ser substituído por alguém com a carcaça mais dura, como a de um caranguejo ou jabuti. Difícil é entender porque esses ministros roubam tanto. Tem deles que ganham mais de dois salários do Supremo Tribunal Federal e tem assessores deles que ganham tanto que estão sendo aconselhados a gastar o dinheiro logo, pois talvez não dê tempo até a hora de morrer.

Falando em fritar, a cozinha está a todo vapor no Maranhão. Fritaram o Max Barros, que por sua vez acendeu a lareira para o Washington Oliveira, que por sua vez está fritando o Bira do Pindaré. Os evangélicos fritaram a deputada Eliziane Gama em caudaloso café da manhã com o prefeito João Castelo que, segundo as más línguas, busca um jeito de também fritar o Edivaldo Holanda Júnior que acaba de ver seu pai, Edivaldo Holanda, sair tostado da Assembléia.

Antes de ser frito por Flávio Dino, o ex-prefeito Tadeu Palácio deu uma arrumada nos silicones e apressou o lançamento de sua candidatura. Sabe que o melhor é não brincar com fogo. Também o PSB, cuja frigideira é imensa e inoxidável, se prepara para fritar o ex-deputado Roberto Rocha a quem responsabiliza pela não eleição de José Reinaldo e, embora o Roberto tenha desembarcado aqui na geladeira da direção nacional do Partido, não está imune ao fogaréu que toma conta do Estado.

Fritar é uma arte. E para aqueles que não possuem os mesmo dotes culinários da presidente Dilma Roussef, o ideal é que se afastem do fogão a gás. Podem não resistir a ocasionais explosões.

Em tempo: ainda tem vaga na frigideira.


Por: JM Cunha Santos

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