quarta-feira, 13 de junho de 2012

CASO DÉCIO SÁ: SAIBA MAIS DETALHES DA EXECUÇÃO DO JORNALISTA

PREFEITOS ENROLADOS

O secretário Aluísio Mendes confirmou que muitos documentos de prefeituras do Maranhão foram apreendidos em poder da quadrilha. A documentação será toda analisada, mas a tendência é que alguns gestores públicos, como prefeitos e secretários municipais, possam estar envolvidos com a quadrilha, pois eram partícipes do crime de agiotagem e pior, com dinheiro público.

MAIS POLÍTICOS

Até o momento não foi confirmado oficialmente a participação de nenhum político. No entanto, o Blog tem a informação que um dos veículos apreendidos na Operação Detonando, estava em nome da filha de um deputado estadual. Além disso, pelo menos dois deputados estaduais tinham ligações próximas com Gláucio Alencar e Júnior Bolinha, mas isso também pode não significar nada. Aluísio Mendes promete continuar com as investigações.

CALOTE

Segundo o executor, os contratantes para seu “serviço” não cumpriram com o que prometeram, pois teriam prometido R$ 100 mil para que ele executasse Décio Sá, mas somente R$ 20 mil efetivamente foi pago. Isso fez com que o executor, que estava fora do Maranhão, retornasse a São Luís para cobrar a dívida. O executor ainda afirmou que estava preparado para matar Júnior Bolinha pelo não pagamento do restante do “serviço”.

IRMÃO DE DÉCIO QUASE FOI MORTO EM SEU LUGAR

O executor que monitorou Décio Sá por três dias, quase matava o irmão de Décio que é policial civil. O executor tentou matar Décio no domingo (22), em sua residência e por muito pouco não assassinava seu irmão. Quando percebeu que o policial não era o seu alvo, deixou para o dia seguinte e realizou o “serviço”. Além disso, foi revelado na coletiva que a quadrilha tinha uma lista com mais seis pessoas que deveriam ser assassinadas.

PSEUDO PROTEÇÃO
 
Pseudo protreção, acima do bem e do mal, apostavam em uma áurea protetora. Esses foram alguns dos termos utilizados pelo secretário Aluísio Mendes, para dizer que a quadrilha apostava em uma proteção para que seus crimes não fossem descobertos e consequentemente não pudessem pagar por eles. Aluísio Mendes garante que as investigações irão continuar e que esse “super protetor”, se existir de fato, será descoberto.

Do blog do Jorge Aragão 

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