quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

CRACK SE ALASTRA EM RAPOSA


O consumo do crack está se tornando um grande problema em Raposa. Essa triste realidade, virou paisagem, houve uma banalização do problema e todos apenas lamentam. Obtidos de modo simples, de fabricação caseira e utilização em grupo, dentro de casas com graus variados de abandono e precariedade, o crack é fumado em cachimbos e estralam quando expostos ao fogo, característica que lhes conferiu o nome. Segundo li recentemente, o uso produz uma euforia de grande magnitude e de curta duração, seguida de intensa fissura e desejo de repetir a dose. Logo se percebeu o potencial altamente viciante dessa droga. Diante dessa triste e sofrida realidade, precisamos entender que a droga sempre vai existir, nunca teremos uma finalização total do problema. O que precisamos tomar é consciência de que devemos informar todos os males que as drogas trazem. Um verdadeiro enfrentamento só será eficaz se houver uma responsabilidade compartilhada entre todos os envolvidos no problema; ou seja, todos juntos, unidos pela causa. Não adianta tomar atitudes isoladas, querer tapar o sol com a peneira. A maior política sobre drogas se faz com a sociedade envolvida e todos profissionais, políticos, mães, pais, igreja, comunidades, grupos de mútua ajuda, imprensa, judiciário, todos juntos e misturados dando informações importantes para a resolução do problema. Informar significa alertar e mostrar os caminhos certos. Não podemos fugir de uma realidade tão séria; precisamos nos unir. Não adianta tirar os usuários das ruas e não continuar o tratamento. Essas pessoas precisam também de um rumo na vida. Precisamos de escola em tempo integral, de locais de lazer para os nossos jovens, praças recreativas, emprego e renda. Capacitação é uma esperança melhor de vida. Do contrário, continuaremos sempre lamentando o problema e isso não leva a nada. Acredito que a melhor maneira de diminuir essa epidemia é informar, prevenir, amar no sentido real da palavra, sem preconceitos, e com muita serenidade. Nessa luta não pode existir fogueira de vaidades; precisa existir, sim, a solidariedade humana. 




2 comentários:

  1. Atenção companheiros da voz raposa
    O clima esquentou no parlamento municipal de Paço do Lumiar.
    O vereador presidente Leonardo Bruno se revestiu do poder de presidente e deu uma calça arriada nos demais membros deste poder, o vereador já esgotado de tanto debater sobre o repasse da câmara e de igual modo diminuir o salário dos Edis,não pensou duas vezes e hoje para surpresa dos legisladores e para quem achava impossível acontecer, os mesmo foram surpreendidos com os valores dos proventos que são frutos dos seus trabalhos.
    Simplesmente o vereador presidente diminuiu os salários e ainda descontou o repasse passado o que sobrou na conta de cada vereador foi a bagatela de R$3.000,00. Ainda na noite de ontem iria ter uma reunião para informar os vereadores, mas de ultima hora foi desmarcada. Resta saber como ficara o clima no plenário do legislativo municipal da cidade de nossa senhora da luz.

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  2. Venho dar uma sugestão de materia referente a cidade de Raposa MA, por que não fazer um levantamento do nepotismo que vem assolando a atual administração do prefeito Clodomir. Basta ser parente para estar empregado, além daqueles que fizeram parte das caminhadas rumo a sua eleição. Por exemplo: No setor pessol toma conta uma sobrinha, como secretaria de educação sua cunhada, na secretaria de saude sua mulher e por ai vai...enquanto que a população tem que se humilhar dia e noite atras dele em busca daquele tão prometido e sonhado emprego. Não ha dinheiro pra fazer seletivo ou concurso mais todos os dias pessoas sem o minimo de conhecimento vem sendo contratadas pela secretaria de educação para suprir a falta de professores qualificados, diretores que nunca administraram nada, como os filhos e filhas de Raposa MA poderam ter um futuro melhor.

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Gilberto agradece pela sua participação no Blog Voz da Raposa.