quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

SES e municípios discutem Prevenção e Controle da Raiva


O secretário-adjunto de Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Alberto Carneiro, reuniu, nesta quarta-feira (6), no auditório do órgão, gestores municipais de vigilância epidemiológica para apresentar o “Plano de Contingência para Prevenção e Controle da Raiva Urbana na Região Metropolitana e Munin”. O projeto contém ações de educação e saúde e vacinação que deverão ser cumpridas pelos municípios para evitar que novos casos de óbitos venham a ocorrer no Estado, em decorrência da raiva animal.
       Duas pessoas vieram a óbito em 2013 em decorrência de raiva animal. Uma no município de São João de Ribamar e outro em Humberto de Campos. Alberto Carneiro enfatizou que a situação exige estado de alerta e aplicação urgente de medidas profiláticas, entre elas a vacinação e a educação em saúde. “A responsabilidade por estes óbitos é de todos nós. Precisamos cobrar dos gestores o cumprimento das medidas já pactuadas desde agosto de 2012, por estes municípios que estão em área de risco – uns por apresentarem casos de raiva humana, além da canina, e outros com casos de raiva animal”.
Participaram da reunião os técnicos estaduais da Vigilância em Saúde e gestores de vigilância sanitária dos municípios de São Luis, Paço do Lumiar, São José de Ribamar, Alcântara, Raposa, Humberto de Campos, Presidente Juscelino, Primeira Cruz e Barreirinhas.  “Esperamos que até o próximo dia 19 de fevereiro tenhamos realizado ações concretas e que serão apresentadas em reunião com técnicos do Ministério da Saúde, no sentido de evitar que novos casos venham a ocorrer”, completou a superintende de Vigilância Epidemiológica da SES, Maria das Graças Lírio.

Plano de Contingência
O projeto apresentado pela SES tem como objetivo programar ações e metas quer visem interromper rapidamente a cadeia de transmissão da raiva humana com o controle dos reservatórios (cão, gato e morcegos) na região metropolitana e região do Munin.
O plano prevê para os próximos seis meses serão desenvolvidas ações de educação, comunicação e mobilização para o controle da raiva urbana, capacitação de médicos veterinários e técnicos para coleta adequada do material para diagnóstico da raiva animal e dos profissionais de saúde (médicos e enfermeiros) no tratamento profilático de pós exposição ao vírus rábico; garantir assistência médica hospitalar adequada ao paciente com suspeita de raiva humana e aumentar a cobertura vacinal de cães e gatos.

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