quinta-feira, 4 de abril de 2013

Jackson Lago (Dois anos sem ele )


Seres humanos como Jackson Lago não morrem jamais.
São pessoas movidas por ideais, sonhos, esperanças, utopias e demais coisas que dão sentido à nossa existência aqui neste mundo.
Vai-se a matéria, a carne e o ser. Fica a alma, a chama, os valores e os ensinamentos de quem só pensava em fazer o bem para o próximo e para o seu povo.
A morte de Jackson Lago foi um fato político lamentável porque pouco anos antes da vida deixá-lo, foi “morto” no que tinha de mais marcante: a vontade de trabalhar pelo Maranhão e pelos maranhenses, a quem ele dedicou toda a sua trajetória de militante político e social.
É chato falar sobre a morte ou sobre as causas da morte do primeiro governador de esquerda da história do Maranhão.
E como considero a morte do líder trabalhista maranhense um fato político, não irei cair na tentação de apontar uma única causa ou um único responsável pela aceleração do fim da vida de uma das pessoas mais carismáticas que conheci.
Não vou cair na tentação de apontar qualquer responsável para não correr o risco de perder amigos. É melhor deixar isso pra lá.
Apenas gostaria de expressar nesta página uma singela homenagem para um saudoso amigo que nunca perdeu a fé no Maranhão em momento algum. Um homem que, como poucos, sabia que o nosso estado nasceu para dar certo.
Cometeu erros? Com certeza cometeu vários, mas mesmo alguns dos seus erros foram cometidos no afã de acertar.
A morte de Jackson Kleper Lago foi um fato político.
Sua eterna lembrança também sempre será um fato político.
Fique aí em paz, companheiro!


Fonte: Robert Lobato

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