terça-feira, 2 de julho de 2013

Detentos fazem greve de fome em Pedrinhas

Acompanhando as ondas de protestos por todo o país, os presidiários do sistema prisional de Pedrinhas decidiram entrar no movimento, mas de uma forma completamente diferente.
Como não podem sair às ruas, os apenados entraram ontem em greve de fome. Não almoçaram e nem jantaram. Eles, dentre outras coisas, reclamam do tratamento duro, da falta de visitas dos familiares, da ausência de celeridade nos processos e julgamentos e, principalmente, da qualidade da comida.
Ontem, o secretário de Justiça e Administração Penitenciária, Sebastião Uchôa, informou que alguns itens da pauta de reivindicações já foram atendidos, como as visitações e o banho de sol regularmente.
Restam outros itens principais: o que diz respeito ao longo período para julgamento, análises de processos criminais pela Justiça, soltura de quem já cumpriu a pena e a comida.
A Masan é a empresa, com sede no Rio de Janeiro, que fornece a comida de péssima qualidade e muita das vezes com prazo de validade vencido.
A empresa fatura milhões todos os anos e tem vencido as licitações nos três últimos governos. Há quem desconfie de uma esquema montado para favorecer a Masan por causada prática nos preços superfaturados.
Recentemente foi descoberto que a Masan teria caído no conto do vigário engendrado por um blogueiro do PT, mas com raízes fincadas até o talo no ninho tucano. O engodo resultou em mais de R$ 10 mil dos cofres da empresa para o espertalhão.

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