quarta-feira, 21 de agosto de 2013

RAPOSA »Grávida é sequestrada e dá a luz em matagal, e não quer depor na delegacia

Jovem gestante foi seqüestrada, levada para matagal, onde iria passar por procedimento cirúrgico de parto. Mulher foge e dá a luz no meio do mato, mas criança some

Um caso muito estranho foi registrado na Delegacia da cidade da Raposa nesta terça-feira (20/08), município que compõem a Região Metropolitana de São Luís. De acordo com informações repassadas pela Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA), uma jovem grávida de seis meses, aparentando ter de 20 a 25 anos, foi sequestrada, espancada por dois desconhecidos e ainda deu a luz a uma criança prematura no meio do mato. O crime teria acontecido na madrugada do último domingo (18/08), em uma localidade conhecida como Itapeuá-Cumbique, que fica localizado no distrito de Raposa.
De acordo com as informações da família, a jovem teria saído em um veículo para buscar o esposo em uma parada de ônibus nas proximidades, sendo que foi interceptada pelos bandidos e levada para um matagal, o qual uma terceira pessoa a aguardava com material cirúrgico: bisturi, algodão e álcool.
No local ela foi espancada novamente, e ao conseguir fugir dos criminosos, deu a luz à criança no matagal, e ao perceber o choro do recém-nascido, ainda tentou aquecê-la enrolando a criança em uma roupa. Após não escutar mais o choro, pensou que o bebê teria morrido e o abandonou, fugindo em busca de ajuda.
De acordo com os familiares, ao retorna pra casa e pedir ajuda, os familiares procuraram pela criança no local indicado por ela, mas não conseguiram encontrar a criança. A família da jovem voltou ao local onde teria sido agredida, e encontraram apenas o veículo.
O caso foi registrado pelo pai da jovem na Delegacia da Raposa. O delegado Francisco Cardoso Sousa, será o responsável pelo caso. A Secretaria de Segurança informou que uma testemunha do crime foi ouvida na noite de ontem, e o delegado só irá se pronunciar quando tiver mais informações sobre o crime. Mas ele adiantou que a mulher gestante pode ter sido seqüestrada para ter o bebê levado por uma quadrilha especializada em tráfico de crianças.
“A vitima não quer prestar esclarecimentos a polícia, no que dificulta as investigações, mas vamos continuar” disse o delegado Francisco Cardoso.

Fonte:.folhadomunicipio 

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