quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Sobre indicações para o TCE

Robert Lobato já comentou sobre a aflição da oposição dinista por conta da possibilidade do vice-governador Washington Luiz assumir uma vaga de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE).
De argumentações políticas contrárias das mais diversas, passando por ataques e agressões pessoais contra Washington, os oposicionistas tentam fazer da eventual ida do petista para o TCE um “escândalo”, algo “imoral”. Tudo balela, coisa de gente desesperada.
Em primeiro lugar, não há nada de ilegal ou imoral na indicação do vice-governador para compor a corte de contas do estado. Pode-se até questionar a forma como são feitas as indicações para estes tipos de tribunais no país, mas criar factoides para desqualificar o indicado é uma cachorrice – com todo respeitos aos caninos.
Em segundo lugar, não há ineditismo algum nessa arquitetura política do governo para fazer Washington abir não do cargo de vice-governador.
O deputado Marcelo Tavares, por exemplo, deve lembrar-se de um episódio parecido.
Quando o tio do parlamentar, o ex-governador José Reinaldo Tavares,  rompeu com o grupo Sarney, o então chefe do Palácio dos Leões fez de tudo para convencer o seu vice a assumir uma vaga no TCE do mesmo jeitinho como acontece agora no caso de Washington.
O vice era Jura Filho, que, sendo homem leal e de grupo, não cedeu às pressões do governador dissidente e recusou a indicação para a vaga de conselheiro do TCE. Ato de extrema lealdade do hoje secretário de Estado do Turismo.
Enfim, se realmente Washington virar conselheiro do tribunal de contas será por razões políticas de grupo e contará com o apoio irrestrito dos seus companheiro do PT local e nacional.
Agora, se essa realidade desespera a oposição e os adversários do PT é outra história.
Haja coração.

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