domingo, 28 de dezembro de 2014

Arnaldo Melo garante recursos para o Anel Metropolitano

Arnaldo quer honrar compromissos do Estado
O governador Arnaldo Melo assinou ontem (26) o convênio com o Ministério das Cidades que vai garantir a continuidade das ações que vem sendo desenvolvidas  na área de mobilidade urbana na Região Metropolitana de São Luís.
O convênio permite a extensão de prazos dos serviços, já em execução, viabilizando a conclusão dos projetos.
A obra referente ao convênio é o Anel Metropolitano de São Luís, que vai  integrar os quatro municípios da Ilha – São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa – e garantir melhor fluidez ao trânsito.
Com a assinatura do convênio, o Governo do Estado deixa garantido o empenho do recurso – que já estava aprovado e reservado pela União – para execução de mais uma etapa do Anel Metropolitano (da BR-135, no Funil, ao Araçagi).
O investimento, nessa fase, será de R$ 144 milhões, sendo a contrapartida do Governo do Estado no valor de R$ 7.274.460,16. Vale destacar que o segundo trecho, na MA-203, no Araçagi, está em plena execução com financiamento do BNDES.

Macas do Samu viram leitos em hospitais de São Luís

Do jornal O Estado do Maranhão
Ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) estão sendo impedidas de prestar atendimentos porque macas, colchões e outros materiais ficam retidos nos hospitais. A denúncia foi feita por funcionários do serviço, que não se identificaram por temerem represálias. Sem leitos suficientes para receber as dezenas de pacientes que chegam diariamente, hospitais retêm os materiais para não ter de colocar os pacientes diretamente no chão. Enquanto aguardam a liberação dos materiais, as ambulâncias ficam paradas por um período de até quatro horas.
Na manhã de ontem, duas ambulâncias ficaram paradas sem poder atender outros pacientes por causa dessa situação. Uma delas transportou uma paciente de 63 anos, que estava com problemas clínicos para o Hospital Djalma Marques, o Socorrão I. Ao chegar à unidade de saúde, a maca e o colchão da ambulância tiveram de permanecer no local, pois não havia equipamentos no hospital para receber a paciente.
Essa mesma unidade móvel que teve os materiais retidos no Socorrão I chegou ao local por volta das 10h30 e saiu por volta das 11h. A ambulância teria de voltar até a sede do Samu, localizada na Avenida dos Portugueses, e aguardar que outros materiais fossem disponibilizados.
Segundo funcionários do Samu, que preferiram não se identificar, essa situação tem sido recorrente. Com o Natal e a grande quantidade de atendimentos realizados nesse período festivo, principalmente a feridos por armas brancas, a situação se agravou. Somente na semana passada, 60 colchões foram retidos.
Ainda de acordo com os funcionários, esse problema acontece principalmente no Socorrão I e Socorrão II. Além de colchões e macas, também ficam retidas as pranchas de fibra para socorrer vítimas de traumas e até respiradores são emprestados, na tentativa de não deixar os pacientes sem as condições mínimas de atendimento.
Irregularidade – Hoje, o Samu atende uma média de 120 ocorrências em um turno de 12 horas. Hoje, são 16 unidades de atendimento – 11 básicas, três carros de apoio e duas unidades de suporte avançado. Com as ambulâncias impossibilitadas de prestar atendimento por algumas horas, a dinâmica do serviço é comprometida.
De acordo com o presidente da Associação dos Servidores Municipais do Samu, Lindomar Pires da Silva, unidades móveis de São Luís já ficaram paradas por até quatro horas. Para evitar uma espera tão longa como essa, os carros de apoio recolhem os materiais que ficaram retidos nos hospitais conforme os pacientes desocupem as macas, colchões ou pranchas.
Nem sempre os materiais são liberados rapidamente e como as ambulâncias não podem sair sem seus materiais, novos chamados de urgência podem demorar a ser atendidos. Lindomar Pires da Silva lembra que neste ano foi baixada uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que prevê a liberação de macas das ambulâncias do Samu.
De acordo com a Resolução 2.110/2014, é de responsabilidade do médico receptor da unidade de saúde liberar a ambulância e a equipe, juntamente com seus equipamentos, que não poderão ficar retidos em nenhuma hipótese. “A última resolução foi baixada para que isso não acontecesse, mas continua acontecendo todos os dias. Isso decorre de uma falta do setor jurídico. A denúncia é comprovada, mas não é tomada uma medida eficiente para punir. Falta uma ação efetiva. O sistema deveria penalizar os responsáveis, mas há um cooperativismo muito grande”, disse o presidente da Associação dos Servidores Municipais do Samu.
Lindomar Pires da Silva informou que os servidores se articularão para protocolar denúncia no Ministério Público (MP). Uma denúncia já havia sido protocolada no MP há alguns anos. Como o problema continua acontecendo mesmo com a portaria do CFM, será denunciada novamente.
Segundo o promotor de Justiça da Saúde, Herbert Figueiredo, o diretor da unidade de saúde que reter macas, colchões e outros equipamentos pode ser responsabilizado e responder pela retenção de materiais de ambulâncias.
Mais
A Secretaria Municipal de Saúde (Semus) informou, em nota, que não há retenção de macas e colchões do Samu, por parte dos Socorrões. Frisou ainda que a prática relatada pelos funcionários refere-se à rotatividade dos materiais citados, que são deixados nas unidades de urgência e emergência durante o atendimento dos pacientes remanejados, sendo resgatados posteriormente pelas equipes do Samu. A Semus ressalta ainda que o Samu faz permanentemente a busca ativa dos colchões para evitar prejuízos no serviço. Atualmente, o Samu mantém uma média de 13 ambulâmcias.

Macas do Samu viram leitos em hospitais de São Luís

Do jornal O Estado do Maranhão
Ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) estão sendo impedidas de prestar atendimentos porque macas, colchões e outros materiais ficam retidos nos hospitais. A denúncia foi feita por funcionários do serviço, que não se identificaram por temerem represálias. Sem leitos suficientes para receber as dezenas de pacientes que chegam diariamente, hospitais retêm os materiais para não ter de colocar os pacientes diretamente no chão. Enquanto aguardam a liberação dos materiais, as ambulâncias ficam paradas por um período de até quatro horas.
Na manhã de ontem, duas ambulâncias ficaram paradas sem poder atender outros pacientes por causa dessa situação. Uma delas transportou uma paciente de 63 anos, que estava com problemas clínicos para o Hospital Djalma Marques, o Socorrão I. Ao chegar à unidade de saúde, a maca e o colchão da ambulância tiveram de permanecer no local, pois não havia equipamentos no hospital para receber a paciente.
Essa mesma unidade móvel que teve os materiais retidos no Socorrão I chegou ao local por volta das 10h30 e saiu por volta das 11h. A ambulância teria de voltar até a sede do Samu, localizada na Avenida dos Portugueses, e aguardar que outros materiais fossem disponibilizados.
Segundo funcionários do Samu, que preferiram não se identificar, essa situação tem sido recorrente. Com o Natal e a grande quantidade de atendimentos realizados nesse período festivo, principalmente a feridos por armas brancas, a situação se agravou. Somente na semana passada, 60 colchões foram retidos.
Ainda de acordo com os funcionários, esse problema acontece principalmente no Socorrão I e Socorrão II. Além de colchões e macas, também ficam retidas as pranchas de fibra para socorrer vítimas de traumas e até respiradores são emprestados, na tentativa de não deixar os pacientes sem as condições mínimas de atendimento.
Irregularidade – Hoje, o Samu atende uma média de 120 ocorrências em um turno de 12 horas. Hoje, são 16 unidades de atendimento – 11 básicas, três carros de apoio e duas unidades de suporte avançado. Com as ambulâncias impossibilitadas de prestar atendimento por algumas horas, a dinâmica do serviço é comprometida.
De acordo com o presidente da Associação dos Servidores Municipais do Samu, Lindomar Pires da Silva, unidades móveis de São Luís já ficaram paradas por até quatro horas. Para evitar uma espera tão longa como essa, os carros de apoio recolhem os materiais que ficaram retidos nos hospitais conforme os pacientes desocupem as macas, colchões ou pranchas.
Nem sempre os materiais são liberados rapidamente e como as ambulâncias não podem sair sem seus materiais, novos chamados de urgência podem demorar a ser atendidos. Lindomar Pires da Silva lembra que neste ano foi baixada uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que prevê a liberação de macas das ambulâncias do Samu.
De acordo com a Resolução 2.110/2014, é de responsabilidade do médico receptor da unidade de saúde liberar a ambulância e a equipe, juntamente com seus equipamentos, que não poderão ficar retidos em nenhuma hipótese. “A última resolução foi baixada para que isso não acontecesse, mas continua acontecendo todos os dias. Isso decorre de uma falta do setor jurídico. A denúncia é comprovada, mas não é tomada uma medida eficiente para punir. Falta uma ação efetiva. O sistema deveria penalizar os responsáveis, mas há um cooperativismo muito grande”, disse o presidente da Associação dos Servidores Municipais do Samu.
Lindomar Pires da Silva informou que os servidores se articularão para protocolar denúncia no Ministério Público (MP). Uma denúncia já havia sido protocolada no MP há alguns anos. Como o problema continua acontecendo mesmo com a portaria do CFM, será denunciada novamente.
Segundo o promotor de Justiça da Saúde, Herbert Figueiredo, o diretor da unidade de saúde que reter macas, colchões e outros equipamentos pode ser responsabilizado e responder pela retenção de materiais de ambulâncias.
Mais
A Secretaria Municipal de Saúde (Semus) informou, em nota, que não há retenção de macas e colchões do Samu, por parte dos Socorrões. Frisou ainda que a prática relatada pelos funcionários refere-se à rotatividade dos materiais citados, que são deixados nas unidades de urgência e emergência durante o atendimento dos pacientes remanejados, sendo resgatados posteriormente pelas equipes do Samu. A Semus ressalta ainda que o Samu faz permanentemente a busca ativa dos colchões para evitar prejuízos no serviço. Atualmente, o Samu mantém uma média de 13 ambulâmcias.

Macas do Samu viram leitos em hospitais de São Luís

Do jornal O Estado do Maranhão
Ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) estão sendo impedidas de prestar atendimentos porque macas, colchões e outros materiais ficam retidos nos hospitais. A denúncia foi feita por funcionários do serviço, que não se identificaram por temerem represálias. Sem leitos suficientes para receber as dezenas de pacientes que chegam diariamente, hospitais retêm os materiais para não ter de colocar os pacientes diretamente no chão. Enquanto aguardam a liberação dos materiais, as ambulâncias ficam paradas por um período de até quatro horas.
Na manhã de ontem, duas ambulâncias ficaram paradas sem poder atender outros pacientes por causa dessa situação. Uma delas transportou uma paciente de 63 anos, que estava com problemas clínicos para o Hospital Djalma Marques, o Socorrão I. Ao chegar à unidade de saúde, a maca e o colchão da ambulância tiveram de permanecer no local, pois não havia equipamentos no hospital para receber a paciente.
Essa mesma unidade móvel que teve os materiais retidos no Socorrão I chegou ao local por volta das 10h30 e saiu por volta das 11h. A ambulância teria de voltar até a sede do Samu, localizada na Avenida dos Portugueses, e aguardar que outros materiais fossem disponibilizados.
Segundo funcionários do Samu, que preferiram não se identificar, essa situação tem sido recorrente. Com o Natal e a grande quantidade de atendimentos realizados nesse período festivo, principalmente a feridos por armas brancas, a situação se agravou. Somente na semana passada, 60 colchões foram retidos.
Ainda de acordo com os funcionários, esse problema acontece principalmente no Socorrão I e Socorrão II. Além de colchões e macas, também ficam retidas as pranchas de fibra para socorrer vítimas de traumas e até respiradores são emprestados, na tentativa de não deixar os pacientes sem as condições mínimas de atendimento.
Irregularidade – Hoje, o Samu atende uma média de 120 ocorrências em um turno de 12 horas. Hoje, são 16 unidades de atendimento – 11 básicas, três carros de apoio e duas unidades de suporte avançado. Com as ambulâncias impossibilitadas de prestar atendimento por algumas horas, a dinâmica do serviço é comprometida.
De acordo com o presidente da Associação dos Servidores Municipais do Samu, Lindomar Pires da Silva, unidades móveis de São Luís já ficaram paradas por até quatro horas. Para evitar uma espera tão longa como essa, os carros de apoio recolhem os materiais que ficaram retidos nos hospitais conforme os pacientes desocupem as macas, colchões ou pranchas.
Nem sempre os materiais são liberados rapidamente e como as ambulâncias não podem sair sem seus materiais, novos chamados de urgência podem demorar a ser atendidos. Lindomar Pires da Silva lembra que neste ano foi baixada uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que prevê a liberação de macas das ambulâncias do Samu.
De acordo com a Resolução 2.110/2014, é de responsabilidade do médico receptor da unidade de saúde liberar a ambulância e a equipe, juntamente com seus equipamentos, que não poderão ficar retidos em nenhuma hipótese. “A última resolução foi baixada para que isso não acontecesse, mas continua acontecendo todos os dias. Isso decorre de uma falta do setor jurídico. A denúncia é comprovada, mas não é tomada uma medida eficiente para punir. Falta uma ação efetiva. O sistema deveria penalizar os responsáveis, mas há um cooperativismo muito grande”, disse o presidente da Associação dos Servidores Municipais do Samu.
Lindomar Pires da Silva informou que os servidores se articularão para protocolar denúncia no Ministério Público (MP). Uma denúncia já havia sido protocolada no MP há alguns anos. Como o problema continua acontecendo mesmo com a portaria do CFM, será denunciada novamente.
Segundo o promotor de Justiça da Saúde, Herbert Figueiredo, o diretor da unidade de saúde que reter macas, colchões e outros equipamentos pode ser responsabilizado e responder pela retenção de materiais de ambulâncias.
Mais
A Secretaria Municipal de Saúde (Semus) informou, em nota, que não há retenção de macas e colchões do Samu, por parte dos Socorrões. Frisou ainda que a prática relatada pelos funcionários refere-se à rotatividade dos materiais citados, que são deixados nas unidades de urgência e emergência durante o atendimento dos pacientes remanejados, sendo resgatados posteriormente pelas equipes do Samu. A Semus ressalta ainda que o Samu faz permanentemente a busca ativa dos colchões para evitar prejuízos no serviço. Atualmente, o Samu mantém uma média de 13 ambulâmcias.

Macas do Samu viram leitos em hospitais de São Luís

Do jornal O Estado do Maranhão
Ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) estão sendo impedidas de prestar atendimentos porque macas, colchões e outros materiais ficam retidos nos hospitais. A denúncia foi feita por funcionários do serviço, que não se identificaram por temerem represálias. Sem leitos suficientes para receber as dezenas de pacientes que chegam diariamente, hospitais retêm os materiais para não ter de colocar os pacientes diretamente no chão. Enquanto aguardam a liberação dos materiais, as ambulâncias ficam paradas por um período de até quatro horas.
Na manhã de ontem, duas ambulâncias ficaram paradas sem poder atender outros pacientes por causa dessa situação. Uma delas transportou uma paciente de 63 anos, que estava com problemas clínicos para o Hospital Djalma Marques, o Socorrão I. Ao chegar à unidade de saúde, a maca e o colchão da ambulância tiveram de permanecer no local, pois não havia equipamentos no hospital para receber a paciente.
Essa mesma unidade móvel que teve os materiais retidos no Socorrão I chegou ao local por volta das 10h30 e saiu por volta das 11h. A ambulância teria de voltar até a sede do Samu, localizada na Avenida dos Portugueses, e aguardar que outros materiais fossem disponibilizados.
Segundo funcionários do Samu, que preferiram não se identificar, essa situação tem sido recorrente. Com o Natal e a grande quantidade de atendimentos realizados nesse período festivo, principalmente a feridos por armas brancas, a situação se agravou. Somente na semana passada, 60 colchões foram retidos.
Ainda de acordo com os funcionários, esse problema acontece principalmente no Socorrão I e Socorrão II. Além de colchões e macas, também ficam retidas as pranchas de fibra para socorrer vítimas de traumas e até respiradores são emprestados, na tentativa de não deixar os pacientes sem as condições mínimas de atendimento.
Irregularidade – Hoje, o Samu atende uma média de 120 ocorrências em um turno de 12 horas. Hoje, são 16 unidades de atendimento – 11 básicas, três carros de apoio e duas unidades de suporte avançado. Com as ambulâncias impossibilitadas de prestar atendimento por algumas horas, a dinâmica do serviço é comprometida.
De acordo com o presidente da Associação dos Servidores Municipais do Samu, Lindomar Pires da Silva, unidades móveis de São Luís já ficaram paradas por até quatro horas. Para evitar uma espera tão longa como essa, os carros de apoio recolhem os materiais que ficaram retidos nos hospitais conforme os pacientes desocupem as macas, colchões ou pranchas.
Nem sempre os materiais são liberados rapidamente e como as ambulâncias não podem sair sem seus materiais, novos chamados de urgência podem demorar a ser atendidos. Lindomar Pires da Silva lembra que neste ano foi baixada uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que prevê a liberação de macas das ambulâncias do Samu.
De acordo com a Resolução 2.110/2014, é de responsabilidade do médico receptor da unidade de saúde liberar a ambulância e a equipe, juntamente com seus equipamentos, que não poderão ficar retidos em nenhuma hipótese. “A última resolução foi baixada para que isso não acontecesse, mas continua acontecendo todos os dias. Isso decorre de uma falta do setor jurídico. A denúncia é comprovada, mas não é tomada uma medida eficiente para punir. Falta uma ação efetiva. O sistema deveria penalizar os responsáveis, mas há um cooperativismo muito grande”, disse o presidente da Associação dos Servidores Municipais do Samu.
Lindomar Pires da Silva informou que os servidores se articularão para protocolar denúncia no Ministério Público (MP). Uma denúncia já havia sido protocolada no MP há alguns anos. Como o problema continua acontecendo mesmo com a portaria do CFM, será denunciada novamente.
Segundo o promotor de Justiça da Saúde, Herbert Figueiredo, o diretor da unidade de saúde que reter macas, colchões e outros equipamentos pode ser responsabilizado e responder pela retenção de materiais de ambulâncias.
Mais
A Secretaria Municipal de Saúde (Semus) informou, em nota, que não há retenção de macas e colchões do Samu, por parte dos Socorrões. Frisou ainda que a prática relatada pelos funcionários refere-se à rotatividade dos materiais citados, que são deixados nas unidades de urgência e emergência durante o atendimento dos pacientes remanejados, sendo resgatados posteriormente pelas equipes do Samu. A Semus ressalta ainda que o Samu faz permanentemente a busca ativa dos colchões para evitar prejuízos no serviço. Atualmente, o Samu mantém uma média de 13 ambulâmcias.

Macas do Samu viram leitos em hospitais de São Luís

Do jornal O Estado do Maranhão
Ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) estão sendo impedidas de prestar atendimentos porque macas, colchões e outros materiais ficam retidos nos hospitais. A denúncia foi feita por funcionários do serviço, que não se identificaram por temerem represálias. Sem leitos suficientes para receber as dezenas de pacientes que chegam diariamente, hospitais retêm os materiais para não ter de colocar os pacientes diretamente no chão. Enquanto aguardam a liberação dos materiais, as ambulâncias ficam paradas por um período de até quatro horas.
Na manhã de ontem, duas ambulâncias ficaram paradas sem poder atender outros pacientes por causa dessa situação. Uma delas transportou uma paciente de 63 anos, que estava com problemas clínicos para o Hospital Djalma Marques, o Socorrão I. Ao chegar à unidade de saúde, a maca e o colchão da ambulância tiveram de permanecer no local, pois não havia equipamentos no hospital para receber a paciente.
Essa mesma unidade móvel que teve os materiais retidos no Socorrão I chegou ao local por volta das 10h30 e saiu por volta das 11h. A ambulância teria de voltar até a sede do Samu, localizada na Avenida dos Portugueses, e aguardar que outros materiais fossem disponibilizados.
Segundo funcionários do Samu, que preferiram não se identificar, essa situação tem sido recorrente. Com o Natal e a grande quantidade de atendimentos realizados nesse período festivo, principalmente a feridos por armas brancas, a situação se agravou. Somente na semana passada, 60 colchões foram retidos.
Ainda de acordo com os funcionários, esse problema acontece principalmente no Socorrão I e Socorrão II. Além de colchões e macas, também ficam retidas as pranchas de fibra para socorrer vítimas de traumas e até respiradores são emprestados, na tentativa de não deixar os pacientes sem as condições mínimas de atendimento.
Irregularidade – Hoje, o Samu atende uma média de 120 ocorrências em um turno de 12 horas. Hoje, são 16 unidades de atendimento – 11 básicas, três carros de apoio e duas unidades de suporte avançado. Com as ambulâncias impossibilitadas de prestar atendimento por algumas horas, a dinâmica do serviço é comprometida.
De acordo com o presidente da Associação dos Servidores Municipais do Samu, Lindomar Pires da Silva, unidades móveis de São Luís já ficaram paradas por até quatro horas. Para evitar uma espera tão longa como essa, os carros de apoio recolhem os materiais que ficaram retidos nos hospitais conforme os pacientes desocupem as macas, colchões ou pranchas.
Nem sempre os materiais são liberados rapidamente e como as ambulâncias não podem sair sem seus materiais, novos chamados de urgência podem demorar a ser atendidos. Lindomar Pires da Silva lembra que neste ano foi baixada uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que prevê a liberação de macas das ambulâncias do Samu.
De acordo com a Resolução 2.110/2014, é de responsabilidade do médico receptor da unidade de saúde liberar a ambulância e a equipe, juntamente com seus equipamentos, que não poderão ficar retidos em nenhuma hipótese. “A última resolução foi baixada para que isso não acontecesse, mas continua acontecendo todos os dias. Isso decorre de uma falta do setor jurídico. A denúncia é comprovada, mas não é tomada uma medida eficiente para punir. Falta uma ação efetiva. O sistema deveria penalizar os responsáveis, mas há um cooperativismo muito grande”, disse o presidente da Associação dos Servidores Municipais do Samu.
Lindomar Pires da Silva informou que os servidores se articularão para protocolar denúncia no Ministério Público (MP). Uma denúncia já havia sido protocolada no MP há alguns anos. Como o problema continua acontecendo mesmo com a portaria do CFM, será denunciada novamente.
Segundo o promotor de Justiça da Saúde, Herbert Figueiredo, o diretor da unidade de saúde que reter macas, colchões e outros equipamentos pode ser responsabilizado e responder pela retenção de materiais de ambulâncias.
Mais
A Secretaria Municipal de Saúde (Semus) informou, em nota, que não há retenção de macas e colchões do Samu, por parte dos Socorrões. Frisou ainda que a prática relatada pelos funcionários refere-se à rotatividade dos materiais citados, que são deixados nas unidades de urgência e emergência durante o atendimento dos pacientes remanejados, sendo resgatados posteriormente pelas equipes do Samu. A Semus ressalta ainda que o Samu faz permanentemente a busca ativa dos colchões para evitar prejuízos no serviço. Atualmente, o Samu mantém uma média de 13 ambulâmcias.

Macas do Samu viram leitos em hospitais de São Luís

Do jornal O Estado do Maranhão
Ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) estão sendo impedidas de prestar atendimentos porque macas, colchões e outros materiais ficam retidos nos hospitais. A denúncia foi feita por funcionários do serviço, que não se identificaram por temerem represálias. Sem leitos suficientes para receber as dezenas de pacientes que chegam diariamente, hospitais retêm os materiais para não ter de colocar os pacientes diretamente no chão. Enquanto aguardam a liberação dos materiais, as ambulâncias ficam paradas por um período de até quatro horas.
Na manhã de ontem, duas ambulâncias ficaram paradas sem poder atender outros pacientes por causa dessa situação. Uma delas transportou uma paciente de 63 anos, que estava com problemas clínicos para o Hospital Djalma Marques, o Socorrão I. Ao chegar à unidade de saúde, a maca e o colchão da ambulância tiveram de permanecer no local, pois não havia equipamentos no hospital para receber a paciente.
Essa mesma unidade móvel que teve os materiais retidos no Socorrão I chegou ao local por volta das 10h30 e saiu por volta das 11h. A ambulância teria de voltar até a sede do Samu, localizada na Avenida dos Portugueses, e aguardar que outros materiais fossem disponibilizados.
Segundo funcionários do Samu, que preferiram não se identificar, essa situação tem sido recorrente. Com o Natal e a grande quantidade de atendimentos realizados nesse período festivo, principalmente a feridos por armas brancas, a situação se agravou. Somente na semana passada, 60 colchões foram retidos.
Ainda de acordo com os funcionários, esse problema acontece principalmente no Socorrão I e Socorrão II. Além de colchões e macas, também ficam retidas as pranchas de fibra para socorrer vítimas de traumas e até respiradores são emprestados, na tentativa de não deixar os pacientes sem as condições mínimas de atendimento.
Irregularidade – Hoje, o Samu atende uma média de 120 ocorrências em um turno de 12 horas. Hoje, são 16 unidades de atendimento – 11 básicas, três carros de apoio e duas unidades de suporte avançado. Com as ambulâncias impossibilitadas de prestar atendimento por algumas horas, a dinâmica do serviço é comprometida.
De acordo com o presidente da Associação dos Servidores Municipais do Samu, Lindomar Pires da Silva, unidades móveis de São Luís já ficaram paradas por até quatro horas. Para evitar uma espera tão longa como essa, os carros de apoio recolhem os materiais que ficaram retidos nos hospitais conforme os pacientes desocupem as macas, colchões ou pranchas.
Nem sempre os materiais são liberados rapidamente e como as ambulâncias não podem sair sem seus materiais, novos chamados de urgência podem demorar a ser atendidos. Lindomar Pires da Silva lembra que neste ano foi baixada uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que prevê a liberação de macas das ambulâncias do Samu.
De acordo com a Resolução 2.110/2014, é de responsabilidade do médico receptor da unidade de saúde liberar a ambulância e a equipe, juntamente com seus equipamentos, que não poderão ficar retidos em nenhuma hipótese. “A última resolução foi baixada para que isso não acontecesse, mas continua acontecendo todos os dias. Isso decorre de uma falta do setor jurídico. A denúncia é comprovada, mas não é tomada uma medida eficiente para punir. Falta uma ação efetiva. O sistema deveria penalizar os responsáveis, mas há um cooperativismo muito grande”, disse o presidente da Associação dos Servidores Municipais do Samu.
Lindomar Pires da Silva informou que os servidores se articularão para protocolar denúncia no Ministério Público (MP). Uma denúncia já havia sido protocolada no MP há alguns anos. Como o problema continua acontecendo mesmo com a portaria do CFM, será denunciada novamente.
Segundo o promotor de Justiça da Saúde, Herbert Figueiredo, o diretor da unidade de saúde que reter macas, colchões e outros equipamentos pode ser responsabilizado e responder pela retenção de materiais de ambulâncias.
Mais
A Secretaria Municipal de Saúde (Semus) informou, em nota, que não há retenção de macas e colchões do Samu, por parte dos Socorrões. Frisou ainda que a prática relatada pelos funcionários refere-se à rotatividade dos materiais citados, que são deixados nas unidades de urgência e emergência durante o atendimento dos pacientes remanejados, sendo resgatados posteriormente pelas equipes do Samu. A Semus ressalta ainda que o Samu faz permanentemente a busca ativa dos colchões para evitar prejuízos no serviço. Atualmente, o Samu mantém uma média de 13 ambulâmcias.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Após atirar no quartel da PM em Raposa, jovem é morto na Vila Laci


Jovem que morreu após atirar no quartel de Raposa ainda não teve a identidade revelada
Jovem que morreu após atirar no quartel de Raposa ainda não teve a identidade revelada
Um jovem ainda não identificado morreu em confronto com uma guarnição da polícia militar na noite desta sexta-feira 26/12, no bairro da Vila Laci em Raposa.
Segundo informações repassadas pela Polícia, por volta das 19h o jovem passou andando pela frente do Quartel da Polícia Militar, localizado na Avenida Principal, e numa atitude criminosa ousada, portando um revólver calibre 38, disparou três vezes contra o prédio. Em seguida, sem muita pressa, o “atirador” seguiu pela rua Talita Laci, que fica de canto com o Quatel da PM.
No momento do ataque estava acontecendo a passagem de serviço entre os PM’s de plantão. Os policiais se abrigaram, e logo após, iniciaram uma perseguição. Na intervenção policial, houve troca de tiros, o acusado invadiu uma residência, não adiantou, foi alvejado e veio a óbito no local.
Ataque anterior
Quartal da PM em Raposa
Quartal da PM em Raposa agora soma dois ataques criminosos
Essa foi a segunda vez em pouco mais de um ano que o Quartal da PM em Raposa sofreu ataque. No mês de novembro do ano passado, durante a madrugada, seis bandidos fortemente amardos, em três motos, atiraram no prédio que abriga a 3ª Companhia da Polícia Militar do 13º BPM.
Na ocasião, várias cápsulas de calibre 380 foram encontradas pelo local. Nas paredes do quartal ficou as marcas das balas. Na troca de tiro nenhum policial foi atingido. As motos utilizadas pelos bandidos tinham sido roubadas na área da Cidade Operária.

Fonte: D. Costa

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

“Assessor” de Gláucio Alencar morre em acidente de carro

eduardoO advogado Eduardo Rodrigues, espécie de assessor de Gláucio Alencar – um dos acusados pelo assassinato do jornalista Décio Sá – morreu hoje (23), por volta das 10h, após um acidente na BR-135, na altura do município de São Mateus, interior do Maranhão.
Eduardo estava com a noiva, Zeila Santos, que teve graves ferimentos, mas sobreviveu. Algumas fontes informam que eles haviam casado na noite de ontem, e rumavam para a lua-de-mel.
eduardo2Eles trafegavam em um Golf Cinza, que colidiu frontalmente com uma S-10 branca. O motorista da caminhonete, Adilson Carlos livino Silva, também morreu.
Eduardo Rodrigues era uma espécie de “faz-tudo” de Gláucio Alencar desde a sua prisão, ainda em 2012. Auxiliava a família do acusado, tratava de negócios, mantinha contato com advogados e até com jornalistas.

FELIZ NATAL PARA VOCÊ

Que neste Natal,
eu possa lembrar dos que vivem em guerra,
e fazer por eles uma prece de paz.

Que eu possa lembrar dos que odeiam,
e fazer por eles uma prece de amor.

Que eu possa perdoar a todos que me magoaram,
e fazer por eles uma prece de perdão.

Que eu lembre dos desesperados,
e faça por eles uma prece de esperança.

Que eu esqueça as tristezas do ano que termina,
e faça uma prece de alegria.

Que eu possa acreditar que o mundo ainda pode ser melhor,
e faça por ele uma prece de fé.

Obrigada Senhor
Por ter alimento,
quando tantos passam o ano com fome.

Por ter saúde,
quando tantos sofrem neste momento.

Por ter um lar,
quando tantos dormem nas ruas.

Por ser feliz,
quando tantos choram na solidão.

Por ter amor,
quantos tantos vivem no ódio.

Pela minha paz,
quando tantos vivem o horror da guerra.

Que você tenha um natal maravilhoso e um ano novo abençoado.
Boas festas para você.

Deoclides Macedo tem votos validados e Julião Amin tem mandato garantido

Foram validados nesta terça-feira (23) pelo Tribunal Superior Eleitoral, os votos para de deputado federal de Deoclides Macedo (PDT), ex-prefeito de Porto Franco.
Com a decisão, o deputado federal Alberto Filho (PMDB) perde a vaga que será ocupada por Julião Amim (PDT), que havia ficado na primeira suplência em virtude da anulação dos votos de Deoclides. Amim já havia sido indicado para o cargo de Secretário do Trabalho do governo Flávio Dino a partir de janeiro de 2015.
O novo deputado deverá tomar posse e se licenciar para permitir que Deoclides assuma o mandato de deputado federal enquanto ele estiver servindo ao governo de Flávio Dino.

Suspeitos de participação na morte do Sargento Prisca morrem em confronto policial


Em meio a uma operação realizada pelo Serviço de Inteligência da Polícia Militar, nesta terça-feira (23), no município de São José de Ribamar, Região Metropolitana de São Luís, dois homens suspeitos de terem planejado a morte do Sargento José Ribamar Prisca da Silva, morreram durante troca de tiros com a polícia.
Um bando teria reagido à abordagem policial disparando contra os militares. Os dois atingidos, ainda não identificados, morreram a caminho do hospital.
Sargento Prisca, de 51 anos, foi alvejado com dois tiros na cabeça nesta segunda-feira (22) na porta da casa onde morava no bairro J.Câmara em São José de Ribamar.
O PM ainda chegou a ser socorrido e encaminhado para o hospital Municipal Dr. Clementino Moura, o Socorrão II mas não resistiu aos ferimentos e foi a óbito.
De acordo com informações policiais, Prisca recebia ameaças de morte há alguns dias. Nas semana passada, um filho do militar teria sido alvo de tentativa de homicídio.

domingo, 21 de dezembro de 2014

diplomação dos candidatos eleitos em 2014

O governador Arnaldo Melo prestigiou, sexta-feira (19), a diplomação dos candidatos eleitos em 2014, no estado, cerimônia promovida pelo Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA), no Centro de Convenções Pedro Neiva de Santana, em São Luís. “É com muito prazer que estou aqui, a convite do Tribunal Regional Eleitoral, para participar dessa solenidade tão importante para os diplomados e para os maranhenses que os elegeram”, disse Arnaldo Melo.
Na ocasião, o governador e as demais autoridades que compareceram à sessão solene, foram recebidas pela banda de música da Polícia Militar do Maranhão (PM-MA).
Os diplomas foram entregues aos candidatos, pelos desembargadores eleitorais Froz Sobrinho, presidente do TER, Antônio Pacheco Junior e Alice Rocha. Participaram da solenidade, o desembargador Leones Carvalho Cunha, representando a desembargadora Cleonice Freire; o vice-presidente da assembleia Marcelo Tavares; o prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior; o presidente da OAB-MA Mário Macieira entre outras autoridades.
“É um momento importante que representa a homologação do resultado das eleições. A partir de 2015, nós deputados eleitos pelos maranhenses, vamos trabalhar para contribuir com o desenvolvimento do estado, levantando discussões e debates à favor do Maranhão”, ressaltou o deputado federal eleito Hildo Rocha.
Foram diplomados 80 candidatos - o governador eleito Flávio Dino, e o vice-governador, um senador, 18 deputados federais 42 deputados estaduais, além dos suplentes. 

INAUGURADA NOVAS INSTALAÇÕES DO QUARTEL DE BARREIRINHAS

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Em solenidade realizada na quarta-feira (17), o comandante geral do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão, João Vanderley Costa Pereira inaugurou as novas instalações do quartel da 5ª Guarnição de Guarda Vidas do Grupamento de Bombeiros Marítimos (GBMAR), no município de Barreirinhas.

O comandante da unidade, capitão Wellington Lima, informou que o efetivo de bombeiros, em Barreirinhas, é de 12 bombeiros, entre praças e oficiais, podendo ser ampliada em tempo de alta temporada turística na mais importante cidade da Região do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses.

O quartel foi montada em um espaço doado pela Prefeitura Municipal da cidade. Em Barreirinhas, bombeiros atuam na fiscalização e patrulhamento na área do Rio Preguiça e outras áreas do parque.

“O Comando da Corporação não tem medido esforços para expandir o atendimento, o que continuará a ser feito. A cidade de Barreirinhas, em razão do potencial turístico, precisava de uma reestruturação, com objetivo de garantir a segurança dos turistas e população em geral”, enfatizou João Vanderley Costa Pereira.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Roseana Sarney receberá pensão vitalícia de R$ 24 mil no Maranhão

O governador em exercício do Maranhão, Arnaldo Melo (PMDB), concedeu pensão vitalícia de R$ 24 mil mensais à ex-governadora Roseana Sarney (também do PMDB), que renunciou ao mandato no último dia 10. O ato está publicado no Diário Oficial do Estado, do último dia 12, dois dias após a renúncia da peemedebista.

“O governador do estado do Maranhão, nas suas atribuições legais, resolve: conceder a Roseana Sarney Murad, ex-governadora do estado do Maranhão, subsídio mensal vitalício, nos termos do art. 45, do Ato de Disposições Constitucionais Transitórias, da Constituição Estadual, conforme consta no Processo 0237470/2014 da Casa Civil”, diz a publicação do DO, assinada por Melo.

A questão das pensões vitalícias a ex-governadores é controversa, embora todos os ex-governadores do Maranhão – ou seus cônjuges, em caso de falecimento – a recebam, como José Reinaldo Tavares, do PSB (que comandou o Estado de 2002 a 2006), e Clay Lago, viúva de Jackson Lago, do PDT (governador de janeiro de 2007 a abril de 2009).

 Sou legalista, cumpro apenas o que manda a lei, e a lei diz que os ex-governadores têm direito à pensão - disse ao GLOBO a viúva de Lago. Ao mesmo tempo em que o artigo 45 do Ato de Disposições Constitucionais Transitórias, da Constituição Estadual, citado na publicação do DO, garante o benefício, o Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA), em decisões de julho de 2003 e abril de 2007, rejeitou o dispositivo – entendimento que também tem sido adotado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

No Maranhão, a ação no TJ-MA que culminou com a rejeição da pensão é do advogado Márcio Endles, representando na ocasião a então deputada Helena Heluy (PT), contra a concessão de aposentadoria ao ex-governador José Reinaldo, que entrou com pedido de aposentadoria vitalícia referente ao primeiro período em que foi chefe do Executivo estadual, de abril a dezembro de 2002.
Adversários políticos da ex-governadora Roseana Sarney informaram que vão recorrer à Justiça contra a concessão da aposentadoria vitalícia, tanto para ela como para os outros ex-governadores.

No início deste mês, o governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), que encerrará seu mandato no próximo dia 31, ganhou da Assembleia Legislativa baiana o direito de também receber uma aposentadoria vitalícia no valor de R$ 19,3 mil.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Manhã violenta em São Luís: roubos, sequestro, homicídio e uma tentativa



sentadoA manhã desta terça-feira (16) na Região Metropolitana de São Luís está sendo marcada pela violência.
Várias ocorrências chegaram ao Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciops). Entre elas, um achado de cadáver, um homicídio por arma de fogo, uma tentativa e um roubo seguido de sequestro.
O corpo de um homem conhecido como ‘Negão’ foi encontrado dentro do bar Encontro de Amigos em Juçatuba, São José de Ribamar. As causas da morte ainda não foram identificadas pelo IML.
Já nas proximidades do posto Maracajá, na estrada de São José de Ribamar, um jovem de 25 anos identificado como Carlos Eduardo Pereira Guimarães foi alvejado com 1 tiro na cabeça. Ele morreu sentado. Segundo a polícia ele era usuário de drogas. O autor do crime estava em uma motocicleta.
Na Cohab Anil III, em frente a Maçonaria, uma mulher ter o carro roubado por bandidos que a sequestraram. Minutos depois, que a policia já havia sido acionada, os meliantes armados abandonaram a vítima na Forquilha e fugiram com o veiculo celta vermelho roubado.
Nesse mesmo momento nas proximidades do Pop Center, também na Cohab, ocorreu uma tentativa de homicídio. A vítima, um adolescente de 16 anos, foi alvejada nas nádegas e costa sendo encaminhada ao Socorrão II. O jovem não corre risco de morte.
PM e GTA fizeram um cerco no local e estão em busca dos bandidos.
Dados
Mais de 1.000 homicídios já foram registrados somente esse ano na Região Metropolitana de São Luís.
O número foi indicado segundo dados divulgados pela Secretaria de Segurança Pública, e aponta 2014 como o ano mais violento da capital maranhense.
Segundo o balanço oficial da SSP-MA, em 2013, foram mais de 807 homicídios, enquanto em 2012 foram registrados 635.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Futuro subcomandante da Polícia Militar destaca projetos para à corporação

saO futuro subcomandante da Polícia Militar, coronel Raimundo Nonato Santos Sá, atualmente à frente do Comando de Policiamento de Área Metropolitana 2 (CPAM2), pontuou como primordial a valorização do policial para o melhor desempenho das ações da corporação. Aumento salarial e progressão funcional também foram citados por ele como pontos preponderantes para o reconhecimento dos policiais militares.
“Como forma de estímulos à categoria pretendemos também gratificar os policiais pelo desempenho na corporação. Dar subsídio aos policiais que atingirem metas na prevenção de delitos, tais como: apreensão de arma de fogo, de droga e cumprimentos de mandados de prisão.”, destacou coronel Sá.
Dentre as inúmeras medidas pretendidas pelo futuro subcomandante estão: a capacitação dos policiais tanto na área operacional, quanto na administrativa; a integração do sistema de segurança; e o fortalecimento dos batalhões, de modo que os policiais possam trabalhar com mais segurança.
Dentre as medidas de segurança mencionadas estão: a atuação de três policiais em cada viatura, para melhorar a abordagem; distribuição do kit policial, composto por pistola, coletes balístico e reflexivo, arma não letal, cassetete, pistola Spark (choque elétrico), capa de chuva e Equipamento de Proteção Individual (EPI).
O tempo de resposta no atendimento às ocorrências registradas pelo Centro Integrado de Operações de Segurança (CIOPS) também é uma prioridade; assim como a melhoria no sistema de comunicação interna e com os meios de comunicação, com o intuito de agir de forma transparente com a população, por meio da divulgação das ações desenvolvidas pela corporação.
Coronel Sá destacou também a importância de padronizar a atuação adotada pelos policiais, através do Procedimento Operacional Padrão (POP) e capacitar a tropa no Pacto Pela Vida (PPV), programa de governo que tem como meta diminuir o índice de criminalidade e garantir a segurança da população.
“Pretendemos reativar os Conselhos de Segurança nas áreas dos batalhões, para ter um relacionamento mais próximo com a comunidade e ter um fluxo maior de informações, no combate à criminalidade. Além de buscar apoio dos Direitos Humanos, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e dos poderes executivo, legislativo e judiciário”. Pontuou coronel Sá.
Ainda de acordo com o coronel Sá, uma das metas para a próxima gestão é a realização de Concurso Público para ingresso de 2 mil novos policiais militares por ano. Ou seja, o objetivo é duplicar o efetivo da corporação em 4 anos. Atualmente, a instituição possui um pouco mais de 8 mil policiais.
“Devemos nos manter unidos e ter um comando de transparência e de reflexão, para melhoria no relacionamento interno, visando fortalecer a instituição. Precisamos também estreitar ainda mais o nosso relacionamento com a sociedade, buscando garantir um atendimento rápido e eficiente; visando uma prestação de serviço com excelência.”, pontuou o futuro subcomandante.
ASCOM/SSPMA

Caminhada contra morte de policiais reúne 3 mil pessoas na Av. Litorânea


Uma caminhada de sensibilização contra a onda de violência aos agentes da lei aconteceu na Avenida Litorânea neste domingo (14), por volta das 9h e levou uma multidão para a orla marítima de São Luís. Cerca de três mil pessoas foram percebidas no local no sentido de se solidarizar e repudiar contra a morte de policiais civis e militares ocorridos no Estado.
Na passeata compareceram os familiares dos policiais que foram vítimas, além de amigos, a cúpula da Secretaria de Segurança na pessoa do Secretário de Segurança Pública Marcos Afonso Júnior, do futuro Secretário Jéferson Portela, da Promotora Lítia Cavalcante e ainda da presença dos Coronéis, Delegados, Sindicatos e demais autoridades.
Cerca de três mil pessoas compareceram na Avenida Litorânea para somar em repúdio à onda de violência que tem acontecido na capital contra os policiais.
Familiares e amigos percorreram por uma das vias da orla marítima e chamaram a atenção dos banhistas e clientes que passavam pelo local. Muitos dos participantes estavam com faixas e cartazes no sentido de dar apoio aos familiares das vítimas.
Entre os familiares dos policiais que participaram do manifesto estava a filha do Sargento Carlos Magno Sá que foi uma das últimas vítimas da ação dos criminosos.
O sargento Sá foi baleado no dia 7 de dezembro e não teria resistido aos ferimentos. A filha do Sargento Sá estava muito abalada e chorando por todo o percurso e sempre recebendo demonstração de carinho pelos familiares e amigos que estavam na caminhada.
Forças em Conjunto Contra a Violência
Compareceu no movimento de sensibilização contra a violência aos policiais a promotora Lítia Cavalcante que externou a sua opinião para a reportagem do O Imparcial e disse que “O Estado precisa se posicionar e agir de uma forma mais contundente e forte contra a criminalidade, para que possa ter um resgate e paz à população que está amedrontada. O Ministério Público se solidariza com as famílias dos policiais mortos e demonstra uma indignação pelo que está acontecendo. Estamos aqui para demonstrar esta indignação. Os poderes são unidos e esta passeata que está acontecendo hoje é também uma forma de demonstrar uma preocupação e que a violência não pode continuar, já chegou ao limite, finalizou a promotora”.
Ação Integrada Contra a Criminalidade
O futuro Secretário de Segurança Pública Jéferson Portela que esteve também na manifestação, disse para a reportagem que “Há aqui neste manifesto uma união das instituições, pois além das polícias, há o apoio do Ministério Público e do Judiciário, o que é fundamental para o combate á criminalidade. O papel de polícia será feito sem dúvida nenhuma, no sentido de dar um basta nas ações criminosas. A força do estado não treme diante da força do marginal”.
O futuro secretário salientou ainda que a partir de janeiro, a polícia no seu mandado agirá de forma firme contra a marginalidade. “Haverá uma ação muito grande com uma integração policial contra a marginalidade, sendo que é importante o apoio institucional do poder Judiciário e do Ministério Público.
Somente com essa união dos estados e a federação possam agir contra a criminalidade que assusta o Maranhão. A família pode contar com o Sistema de Segurança, pois estamos trabalhando muito forte na transição. A Polícia Civil, Militar e o Corpo de Bombeiros estão se reunindo e traçando todo o planejamento e ações integradas para ação imediata a partir de 1º de janeiro”, finalizou o delegado.
Saiba Mais
Somente este ano foram 15 policiais que perderam a vida de forma violenta, sendo que em sua maioria, as mortes estão relacionadas ás facções criminosas, que poderiam estar realizando retaliações contra as forças de segurança.
No dia 7 de dezembro foram alvejados dois policiais militares, Carlos Magno Sá, 42 anos, morto no bairro da Forquilha e o policial identificado como Sebastião Luís Rocha Neto, 26 anos, ao ser atingido a tiro no bairro do Desterro.