domingo, 2 de fevereiro de 2014

ROSEANA SARNEY 2014: SENADO É CARTA DE SEGURO

Há muitas especulações sobre o caminho a ser escolhido pela governadora Roseana Sarney (PMDB) em 2014.


A dúvida é se ela fica no mandato até o final ou pede afastamento para disputar o Senado, em abril.

Para o bem do Maranhão, melhor seria se ela sumisse para sempre da vida pública, mas infelizmente deve continuar.

É mais provável que seja candidata ao Senado, por três motivos:

1)     A família Sarney ainda vai sofrer uma devassa da Justiça Federal, por isso precisa de mandatos para se abrigar sob o manto da imunidade parlamentar;

2)      Roseana, mesmo desgastada, é o único nome da oligarquia capaz de impedir a eleição de um candidato das oposições;

3)      O Senado é o caminho natural dos ex-governadores;

O quarto motivo, mais importante, é a eleição indireta do governador, na Assembleia Legislativa, após o afastamento de Roseana Sarney para disputar o Senado.

Em abril, conforme o jogo combinado com José Sarney, o deputado estadual Arnaldo Melo (PMDB) deve assumir o governo interinamente e convocar a eleição indireta.

Na Assembleia Legislativa, onde o governo tem ou forja a maioria, já está tudo praticamente acertado para eleger um nome indicado pelo Palácio dos Leões.

O governador-tampão pode até ser Luis Fernando Silva, pré-candidato da oligarquia Sarney que vai muito mal nas pesquisas e precisa de ampla visibilidade para enfrentar o adversário melhor colocado – Flavio Dino (PCdoB).

A eleição indireta de Luis Fernando é a única forma de tentar salvá-lo de uma derrota logo no primeiro turno.

Portanto, Roseana deve disputar o Senado para ganhar a imunidade parlamentar e livrar Luis Fernando de uma derrota humilhante.

DESPREZO E DIFICULDADES

A situação pré-campanha da oligarquia Sarney é a pior possível.

Depois da crise de Pedrinhas, o PMDB prometera uma revoada de senadores no Maranhão. Eles viriam para um ato de solidariedade à “companheira” Roseana.

Estavam na lista Valdir Raupp (RO), Eunicio Oliveira (CE), Roberto Requião (PR) e Vital do Rego (PB), além dos maranhenses João Alberto e Edinho Lobão.

A ideia era trazer os senadores a São Luis para dar uns abraços solidários na governadora e amenizar o impacto de Pedrinhas, mas a visita não vingou.

Só resta a Roseana tentar uma vaga no Senado e recompor com os aliados, mas a situação está cada dia mais difícil.


A missão é quase impossível!

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