sexta-feira, 16 de maio de 2014

‘Família está desesperada’, diz tio de escrivã morta

O advogado Nazareno Weima Thé, tio da escrivão Loane Maranhão Thé, morta nesta quinta-feira (15), afirmou que a família está inconsolável após o crime. “É uma tristeza generalizada, um desespero. Não só pela condição de filha, mas porque ela era uma boa pessoa, uma boa menina, uma boa filha. Pai, mãe, irmão, sobrinhos, tios, a família está toda desesperada”.
Loane foi assassinada com um golpe de faca no pescoço por Francisco Alves Costa, que prestava depoimento sobre uma denúncia de abuso sexual na Delegacia da Mulher, em Caxias, no interior do Maranhão.
O corpo da escrivão foi liberado durante a tarde de ontem (15) e levado para a cidade de Teresina, onde residia. O velório ocorre na capela da Funerária Pax União, na Avenida Miguel Rosa, Centro de Teresina.
“Ela era uma pessoa muito especial. Trabalhava em Caxias há uns cinco anos. Era uma menina muito dedicada ao seu trabalho. É uma situação desesperadora”, disse o tio da vítima.
O crime
Francisco Alves Costa, que é gari da Prefeitura de Caxias, foi intimado a comparecer na Delegacia da Mulher, na manhã da última quinta-feira (15), para prestar depoimento sobre uma acusação de abuso sexual contra a própria filha. Durante o depoimento, Francisco usou uma faca de cozinha para atacar a escrivã, que não resistiu aos ferimentos. A investigadora Marilena Moreas, que tentou impedir o assassino, não corre risco.
Francisco foi capturado pela polícia próximo à rodoviária de Caxias.

Tio de escrivã assassinada manda recado: ‘Lá em Pedrinhas ele vai ver

Em entrevista a TV Meio Norte, de Teresina, o tio da escrivão Loane Maranhão da Silva Thé, de 31 anos de idade, assassinada dentro de uma delegacia nesta quinta-feira (15), disse que irá acompanhar as investigações e lutará para que o assassino pague pelo crime.
“Vou acompanhar de perto toda a investigação e vamos atrás da justiça. Lá em Pedrinhas ele vai ter muito tempo pra pensar, pra refletir no que ele fez, lá ele vai ver”, disse Nazareno Thé.
Nazareno Thé, que é advogado, afirmou que a família da vítima está muito abalada com o ocorrido.
O crime
Francisco Alves Costa foi preso após matar uma escrivã e ferir uma investigadora da Polícia Civil na tarde desta quinta-feira (15), em Caxias, interior do Maranhão.
O crime aconteceu quando o assassino, que é gari da Prefeitura de Caxias, foi intimado a comparecer na Delegacia da Mulher para prestar depoimento sobre uma acusação de abuso sexual contra a própria filha. Ao chegar na Delegacia, Francisco usou uma faca de cozinha para atacar a escrivã Loane Maranhão, que não resistiu aos ferimentos.
A investigadora Marilena Moreas, que tentou impedir o assassino, não corre risco.
Francisco foi capturado pela polícia próximo à rodoviária de Caxias.



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