quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Quem será o sucessor de Edivaldo Holanda Junior?

O atual sistema eleitoral do Brasil pode facilitar para que o fim de uma eleição já emende na seguinte. O cidadão é consultado, nas urnas, a cada dois anos. Em 2018 aconteceram as eleições gerais para a escolha do Presidente da República, novos governadores, senadores, deputados federais e estaduais. Daqui a dois anos é a vez de consultar a escolha popular para os municípios brasileiros. Acontece a escolha de prefeitos e vereadores. 
Porém, com a nova Lei das Eleições, o político pode ser um eterno pré-candidato. Logo com a reeleição do governador Flávio Dino (PCdoB) começou a indagação de quem teria o cacife para continuar a ‘Era Dino’. Mas a campanha, ou melhor, pré-campanha começou mesmo para a sucessão do prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PDT). Nesse período, vale tudo, só não vale pedir voto. Ainda faltam dois anos para o término do mandato. Mas, eles só pensam em eleição?
Na mesa de discussão para suceder o prefeito de São Luís estão nomes como Felipe Camarão (secretário estadual de Educação), Eduardo Braide (deputado federal eleito), Duarte Jr (deputado estadual eleito, ex-presidente do Procon), Astro de Ogum (vereador, presidente da Câmara Municipal de Vereadores), Pedro Lucas Fernandes (deputado federal eleito), Neto Evangelista (deputado estadual reeleito), entre outras apostas. Com Astro ou sem astros, a guerra para a corrida eleitoral esquenta em São Luís para a sucessão do prefeito Edivaldo Holanda. E a previsão só depende de vocês, eleitores. Já existe um grande movimento nos bastidores para a sucessão do prefeito Edivaldo Holanda.
Queira ou não, o prefeito Edivaldo Holanda tem muita musculatura para conduzir o processo. Ele, com apoio do governador e do senador Weverton Rocha, será o grande protagonista desse processo eleitoral. Para entender essa engenharia política, basta perceber o que rola em seus bastidores. 
O prefeito Edivaldo Holanda é evangélico e segue à risca o compromisso com seu rebanho.  Sempre se pautou pela honestidade e pela correção no tratamento da coisa pública. Por isso é tratado como um bom messias por seu eleitorado. 
E será o nome de consenso para suceder o governador Flávio Dino. Nada mais justo que apoie o deputado federal Marcio Jerry para a sucessão no Palácio La Ravardiére. Mas dentro desse quebra cabeça existem muitos nomes que virão a querer atrapalhar esse projeto, que são: Braide, que, sem dúvida, terá o apoio da ultra-direita representando Bolsonaro e a oligarquia Sarney. Outro nome bem articulado é o de Bira, que terá o apoio do PT. Do mesmo lado, aparecem como três opções: Felipe Camarão, Duarte Junior e Pedro Lucas, que terão também o apoio do governo. 
Mas dependem de aprovações  através de pesquisas eleitorais, que serão articuladas durante todo processo. A partir daí, será possível  dizer quem será o nome forte para suceder Edivaldo Holanda Junior. Até chegar ao ponto culminante, muitas águas vão rolar. É esperar para ver.
Por: Genivaldo Fonseca

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