sexta-feira, 15 de março de 2019

Sesc dá início ao Seminário de Acessibilidade Cultural nesta segunda com programação aberta ao público

A acessibilidade é um dos temas que vem ganhando espaço na mídia e no nosso cotidiano, um trabalho conjunto de poder público, privado e sociedade civil pela inclusão e igualdade de direitos. E o Sesc, que há anos integra esse movimento, inicia nesta segunda-feira, dia 18 de março, uma relevante iniciativa no tema: o Seminário de Acessibilidade Cultural, que traz para São Luís  os principais representantes deste segmento a nível de Brasil. Realizado até o dia 22 de março em vários espaços da capital, a programação é totalmente gratuita.
Promovendo o diálogo como forma de expressão e reflexão, o Seminário de Acessibilidade Cultural apresenta uma rica programação formativa com rodas de conversas, exposições e oficinas gratuitas para todos os públicos. Trazendo para a capital maranhense profissionais de todas as regiões do Brasil, o objetivo do Sesc é compartilhar informações sobre como aplicar a acessibilidade na prática do fazer cultural.
Na programação de abertura, que acontece às 16 horas, no Teatro Napoleão Ewerton, a educadora, psicóloga e professora convidada da Universidade Federal do Rio de Janeiro Daina Leyton (SP) e o psicopedagogo clínico especialista em Educação Inclusiva, especialista em Educação Musical e Ensino de Artes Carlos Correia Santos (PA) debatem o tema “Acessibilidade Cultural: diálogos contemporâneos”. Com capacidade para 245 pessoas, a atividade não exige inscrição prévia. O diálogo se encerra com a bela performance “No corpo de quem dança” da dançarina do Street Masters Luana Santos (MA), às 17h30.
E para finalizar o primeiro dia de Seminário, a Sala Sesc de Exposições, também localizada no Condomínio Fecomércio/Sesc/Senac, apresenta o trabalho “Eu sou mulher”, uma mostra de fotografias em múltiplos formatos acessíveis, um registro da fotógrafa Veruska Oliveira(MA) de integrantes do coletivo de Mulheres com Deficiência do Maranhão sob a coordenação da especialista em Produção e Acessibilidade Cultural Alessandra Pajama (MA). Composta por 16 fotografias, a exposição objetiva colocar mulheres com deficiência como protagonistas em atividades artísticas e promover o acesso à cultura.

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