terça-feira, 23 de abril de 2019

Flávio Dino, Jefferson Portela e as vitórias da segurança pública

Enquanto as aves de mau agouro esvaziam montanhas de esferográficas calculando improbabilidades, os investimentos em inclusão social, educação e segurança intuem um futuro ainda menos violento no Maranhão.
No ano de 2016, em frente ao Palácio dos Leões, quando da entrega de tantas entre as 1.000 novas viaturas hoje à disposição das polícias Civil e Militar, ouvi o governador Flávio Dino afirmar: “este será o ano da segurança pública no Maranhão”. Estava aberto o caminho para a mais drástica redução nos índices de criminalidade da história desse Estado e garantidos investimentos que mudariam a terrível fase de terror vivida nos anos de 2013 e 2014.

A seu lado, o secretário Jefferson Portela, o cérebro responsável e organizador da implantação de inusitadas políticas de segurança pública no Estado, nos âmbitos das Polícias Civil e Militar, já tinha o que comemorar, mas sabia o tamanho do desafio à sua frente: era preciso vencer a inércia policial no combate ao crime, provocada por histórica ausência de investimentos em segurança pública, péssimos salários dos policiais, contingente militar e civil reduzidos, ausência de promoções, terceirizações dirigidas que sucateavam o Sistema de Segurança e premiavam o crime organizado; era preciso combater a ineficiência nas investigações, a modorra tecnológica, a negligência administrativa para com as forças policiais e mudar a cultura de que a segurança pública é apanágio das elites e não dever do estado para com todos os cidadãos.

O terror de 880 assassinatos em 2013 e incríveis 988 em 2014 (Governo Roseana Sarney) já vinha sendo corrigido. Em 2015, esse número caiu para 911 (8%); em 2016 para 743 (23 %); em 2017 para 592 (26 %) e chegamos a 2018 com 362 homicídios, uma redução de 64 % de Crimes Violentos Letais Intencionais em quatro anos. E registre-se que em todo esse período houve um único e solitário caso de latrocínio.

Deu-se, assim, a conquista do improvável. A Grande São Luís, apontada, até o ano de 2014, por organismos internacionais, como a décima quinta cidade mais violenta do mundo, dominada, a partir do Complexo Penitenciário, por facções criminosas, recupera suas tradições de paz e hospitalidade e já não apavora os turistas que fugiam daqui como o diabo da cruz.

Enquanto as aves de mau agouro torcem os dedos, esvaziam montanhas de esferográficas, calculam e recalculam improbabilidades, na tentativa de convencer o leitor do contrário, as políticas de inclusão social do governo do Estado, (Programa Mais IDH) os inéditos investimentos em educação pública (Programa Escola Digna) e mais ainda em segurança, como das vontades do governador Flávio Dino e do secretário Jefferson Portela, intuem um futuro de violência ainda menor e maior eficiência das políticas de segurança pública no Maranhão.

Por: JM Cunha Santos

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