segunda-feira, 3 de junho de 2019

Tribunal de Justiça manda prender braço direito de Tiago Bardal e põe fim à trama para criar uma crise entre o Executivo e o Judiciário

A tentativa de criar uma crise entre os poderes Executivo e Judiciário, armada no submundo do crime, deu com os burros n’água. Foi preso, por decisão unânime da Segunda Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, o investigador João Batista Marques dos Santos, (Batistinha) apontado como braço direito do ex-delegado Tiago Bardal, atualmente preso de Justiça.

A decisão exarada pelo desembargador relator da Segunda Vara Criminal, Vicente de Paula Gomes de Castro, revogou a concessão de liberdade de Batistinha. A Polícia Civil cumpriu o mandado de prisão aprovado em decisão colegiada e assinado pelo presidente da Segunda Câmara Criminal, desembargador Jose Bernardo Silva Rodrigues, aos 31 dias de maio de 2019:
“Expedido pelo Excelentíssimo Senhor Desembargador Relator Vicente de Paula Gomes de Castro, determinada em decisão colegiada da Segunda Câmara Criminal, em sessão realizada no dia 25 de janeiro de 2018, no Tribunal de Justiça do Maranhão, nos seguintes termos:“UNANIMIMENTE E DE ACORDO O PARECER DA DOUTA PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA, A SEGUNDA CÂMARA CRIMINAL DENEGOU A ORDEM IMPETRADA PARA CASSAR A DECISÃO LIMINAR, DETERMINANDO A EXPEDIÇÃO DE MANDADO DE PRISÃO, NOS TERMOS DO VOTO DO DESEMBARGADOR RELATOR” que, no uso das atribuições que lhe são conferidas, manda a qualquer oficial de Justiça ou a quem for este apresentado, ou, ainda, a autoridade policial que, em seu cumprimento, e sob as penas da lei, prenda e faça recolher ao presídio do Estado a pessoa abaixo qualificada:
João Batista Marques dos Santos”.

Com essa decisão, é o que pensamos, o Tribunal de Justiça desarma uma trama diabólica, urdida nos submundos da sociedade maranhense, para fabricar uma crise entre os poderes Executivo e Judiciário e, de quebra, patrocinar uma vingança do crime organizado contra o Secretário de Segurança Jefferson Portela, sob cuja gestão a polícia desbaratou as mais poderosas quadrilhas do Estado.

Mantem-se incólume, portanto, a harmonia e interdependência dos poderes e morre no nascedouro um plano rocambolesco que tinha entre seus objetivos desqualificar as instituições públicas no Maranhão. Intento, naturalmente, de saudosistas da corrupção e da leniência e omissão do Estado diante do crime organizado que perdurou até os últimos suspiros da oligarquia Sarney.

Por: Cunha Santos

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